Prova G3
30 Novembro 2007
A pedido da professora Eleci, transferi a prova de G3 para o dia 5/12 (quarta-feira). A data era original era dia 4, mas ela solicitou o horário para conversar com vocês sobre a formatura.
Conteúdo: tudo que vimos ao longo do semestre. O blog serve de esqueleto para todo o material, e contém boa parte do conteúdo. A prova é teórica e envolve conhecimentos básicos sobre Hipermídia.
Sobre os trabalhos de G2
29 Novembro 2007
Fiquei bastante desapontado com a maioria dos trabalhos de G2. Com a quantidade de tempo que vocês tiveram para desenvolver, e o nível que já deveriam estar no sétimo período do curso, a maioria dos resultados foi extremamente fraca.
Tivemos tempo para produzir em aula. Vi na apresentação o resultado positivo direto de quem me consultava durante os horários da disciplina e aproveitava para produzir. E vi o resultado negativo de quem não aproveitou estes mesmos horários.
É um nível de amadorismo absurdo para o sétimo período nem LER a proposta de trabalho, que está publicada há um mês. Vocês não sabiam o que tinham que entregar simplesmente porque não leram, nem pediram explicação.
Outro absurdo é entregar o CD de apresentação, a peça mais importante da avaliação, em pacotinho de lanche ou em guardanapo. Nem o primeiro período faz dessas. Tenham mais noção, por favor. Vocês são publicitários, trabalham com a apresentação persuasiva dos produtos. É óbvio que perdeu pontos quem entregou desta forma.
Não venham com o papo do PEX, do TCC etc. O horário de Produção em Hipermídia foi reservado para a realização do trabalho final. Quem não aproveitou, repito, acabou apresentando um trabalho ruim. E outra: colegas na mesma situação tiraram notas entre 9 e 10. Vocês estão todos no mesmo nível, com a mesma formação, a mesma carga de trabalho. Aprendam logo a lidar com a agenda e as limitações individuais de vocês, porque curso universitário é fichinha perto do mercado.
Reta final
19 Novembro 2007
Duas semanas para acabar as aulas. Passou muito rápido.
Pelo menos estamos bem encaminhados no trabalho final. Ferramentas e wireframe definidos (nas últimas aulas), partimos para a direção de arte do website. Vamos dedicar a aula de 20/11 a isto.
No dia 27/11, temos nossa última aula, em que os grupos apresentarão seus projetos. Será em formato de defesa: os grupos sobem à frente e apresentam na tela o que é seu projeto de site, seu visual, como ele será divulgado. Vocês têm que vender a idéia, justificar por que as pessoas usariam um site como o que vocês projetaram.
Não há regras sobre como a apresentação deve ser feita, embora eu sugira utilização de PowerPoint ou outro recurso parecido. Esta apresentação deve ser entregue para mim, em CD, no dia 27, e também ser disponibilizada do blog de pelo menos um dos integrantes do grupo.
O que vou avaliar: Criatividade, Adequação e Defesa em:
- Ferramentas imaginadas para o website (peso 3)
- Wireframe (peso 1)
- Direção de Arte (peso 2)
- Formas de divulgação (peso 2)
- Apresentação (peso 2)
Arquitetura da Informação
12 Novembro 2007
Dois textinhos para a gente começar a discutir Arquitetura da Informação – e pensar como vocês projetarão isto nos sites de vocês:
Projetando Websites
30 Outubro 2007
Para começarmos a fazer o projeto final, vamos primeiro ver qual é o processo de desenvolvimento de um website.
A organização do trabalho em uma agência web é um pouco diferente da de uma agência de publicidade. As principais funções são:
Atendimento – responsável pelo briefing.
Gerente de projeto – responsável pela proposta comercial e planejamento de conteúdo do website.
Arquiteto de Informação – recebe toda a informação que o website vai conter e a organiza.
Designer de Interação – é ele o responsável pelos wireframes: como vai ser a navegação no website.
Direção de Arte – desenvolve o visual da primeira página e algumas páginas internas do website, como matrizes.
Webdesigner – replica o trabalho de direção de arte para todas as páginas previstas pelo arquiteto.
(Na verdade todos aqui são webdesigners, mas nas agências tem-se chamado de webdesigner apenas este cara.)
HTML/Flash – transforma as telas estáticas em HTML, Flash, organiza o CSS. Programação leve.
Sistemas – responsável por bancos de dados, sistemas de atualização de conteúdo e outras questões. Programação pesada.
Conteúdo – redator responsável por alimentar o site (no caso de um software social, é uma função menor – pois os usuários produzem a maior parte do conteúdo -, mas ainda é necessária).
(Agências de web onde busquei informações sobre o fluxograma: AG2 e Matita Perê. Outras agências de web no Brasil: Agência Click, 10Minutos, Rage.)
Nosso trabalho hoje: desenvolver até o planejamento de conteúdo do website. Ou seja, inventar para que servirá o software social e pensar suas ferramentas.
Wikinomics
16 Outubro 2007
Para ajudar no trabalho final, vamos ler um trecho de Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio. O livro trata de novas realidades de colaboração e abertura em grandes empresas, delineando uma tendência de que, no futuro, praticamente todo mundo vai trabalhar em regimes de colaboração aberta - possibilitado pelas novas tecnologias.
O texto está no xerox do bloco G. Quero que vocês leiam e publiquem uma curta resenha (falando sobre o que é o texto e dando um comentário – pensando inclusive no que isso afeta a publicidade) no blog pessoal até o dia 06/novembro (deixo um bom tempo porque sou querido e vocês são reclamões; só não deixem para a última hora).
Vale uma parte significativa da G1.
Trabalho final
16 Outubro 2007
Hoje vamos começar a discutir o trabalho final da disciplina: o projeto de um website.
Mas não qualquer um. Vamos projetar um site Web 2.0 ou um software social. Ou seja, que privilegie dois critérios: (1) conteúdo criado pelos usuários e (2) que crie comunidades virtuais/redes sociais.
Exemplos destes sites: Orkut, Facebook, UolK e outros.
Nestes casos, são todos sites que reúnem todo tipo de pessoa ou perfil. Mas existem softwares sociais que reúnem e vinculam pessoas por interesses, ou em torno de coisas específicas. Por exemplo, o Flickr – que funciona como espaço para você publicar fotos – também gera comunidades virtuais, pois relaciona as pessoas por tags, permite comentários, cria pools de fotos sobre o mesmo assunto etc.
O Last.FM relaciona as pessoas pelas músicas que ouvem. Você baixa um plugin para o seu tocador de MP3 e ele registra o que você está ouvindo, aí te coloca em contato com pessoas que ouvem a mesma coisa. O mesmo para livros no LibraryThing ou no Shelfari. Até o Mercado Livre pode ser considerado um software social.
O Familiaridade permite que você monte sua árvore genealógica (e quem sabe, até encontrar parentes perdidos). O Colegas liga as pessoas por suas turmas de colégio. O Dogster e o Catster relacionam as pessoas por seus animais de estimação.
A criação de comunidades em torno de sites na Internet é vista como uma importante tendência atual de investimento das marcas para criar relação com seus consumidores (leiam). Inserir-se nestas redes para anunciar também é uma tendência de investimento (leiam). Enfim, é algo que vem dando lucro pra muita gente e é um mercado pouco explorado no Brasil: cadê o software social que reúna as pessoas por seu time de futebol? Ou pelo seu carro? Ou que permita você mostrar suas roupas? Ou mesmo um que reúna os alunos da Unochapecó (um Unochapekut)?
Portanto, nosso projeto de fim de disciplina vai ser algo bastante empreendedor: vamos montar um software social.
Infelizmente não temos tempo nem recursos para montar e colocar um site no ar. Mas podemos fazer um bom projeto (que vocês podem implementar depois, se quiserem), pensando em quatro coisas:
- qual o objetivo do site?
- que ferramentas ele vai disponibilizar?
- qual o seu visual?
- como ele será divulgado?
Ao longo das próximas aulas vamos discutindo este projeto. Já reunam-se em grupos de até 4 pessoas - de preferência com a seguinte composição: um criador (a pessoa que vai imaginar o funcionamento do site), um estrategista (que vai dar sugestões de como o site funcionará, suas ferramentas, ampliações a longo prazo etc.), um diretor de arte (que vai projetar as telas) e um “publicitário” (responsável pela divulgação).